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Tag: PRO Curitiba

  • Viaduto Curitiba-Pinhais tem tabuleiro concluído e obra entra em nova fase

    Viaduto Curitiba-Pinhais tem tabuleiro concluído e obra entra em nova fase

    Mais uma etapa da obra do novo viaduto Curitiba-Pinhais foi concluída. No fim da tarde da quarta-feira (23/9), a Prefeitura de Curitiba finalizou a concretagem das lajes que darão sustentação à futura pista (tabuleiro) do viaduto, que fará a ligação da Avenida Victor Ferreira do Amaral com a Rodovia João Leopoldo Jacomel, no limite entre os dois municípios.

    Para formar a base da nova pista, nos cinco vãos do viaduto, foram utilizados 850 metros cúbicos de concreto, volume equivalente a cerca de 120 caminhões-betoneira completamente carregados. O material foi aplicado sobre a estrutura metálica previamente montada, formando uma espécie de “colchão de concreto armado”, que conectou as vigas e deu forma ao tabuleiro.

    De acordo com Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, a conclusão da concretagem do tabuleiro representa mais um avanço na execução da estrutura, que agora segue para as próximas etapas de preparação do pavimento.

    “Finalizamos a concretagem das lajes do tabuleiro do novo viaduto, uma das etapas desafiadoras da obra, que exigiu a execução em três etapas rigorosamente planejadas. Após o tempo necessário para a cura do concreto e o avanço dos serviços de terra armada, que estão em andamento, será iniciada a execução das camadas do pavimento em asfalto no viaduto”, explica Manuela.

    Paralelamente, seguem os serviços de execução das barreiras de segurança em concreto, conhecidas como barreiras New Jersey, e do aterro de cabeceira em terra armada. O procedimento inclui a instalação de centenas de placas de concreto nas duas laterais do ponto de ligação entre a pista e o viaduto, além do aterramento e da compactação do solo.

    Novo Inter 2

    A concretagem da base da pista do viaduto dá sequência à implantação da obra de arte, como são tecnicamente chamados os viadutos, que integra o Lote 4, pacotes 3 e 4, do Novo Inter 2. Depois de unir e consolidar as vigas, os trabalhos vão ter sequência com a execução das camadas que vão formar o pavimento do viaduto.

    Além do novo viaduto que terá 155 metros de comprimento e 25,03 metros de largura, com três faixas de rolamento em cada sentido e barreiras de proteção, a obra contempla a construção de duas pontes sobre o Rio Atuba nas vias marginais, em fase final, uma nova rotatória e melhorias no sistema viário da divisa entre Curitiba e Pinhais.

    O projeto prevê ainda a requalificação de vias, implantação de novos pavimentos e calçadas, modernização da iluminação pública e melhorias no sistema de drenagem ao longo do trajeto da linha Inter 2 e em seu entorno.

    “A expectativa é proporcionar mais eficiência ao transporte coletivo, maior conforto aos passageiros e melhores condições de circulação para motoristas, ciclistas e pedestres que utilizam diariamente o corredor viário”, explica o secretário municipal de Obras Públicas, Luiz Fernando Jamur.

    PRO Curitiba

    A intervenção faz parte do PRO Curitiba, programa que reúne R$ 6 bilhões em investimentos em obras estruturantes e sustentáveis para modernizar e preparar a cidade para o futuro. O programa é o maior da história da cidade e engloba mais R$ 6 bilhões em investimentos da gestão Eduardo Pimentel entre 2025 e 2028.


    Fonte: Secretaria Municipal de Obras Públicas / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — setembro/2026, página 4.

  • Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    A Prefeitura de Curitiba está fazendo correções nas obras das ruas Engenheiro Costa Barros e Filipinas, no Cajuru, em trechos que já haviam passado por requalificação para a expansão do BRT Leste/Oeste (Lotes 4.1 e 4.2). A movimentação pode chamar a atenção de quem circula pela região: mesmo após a conclusão aparente dos serviços, equipes retornaram aos locais para correções determinadas por equipes de fiscalização de obras, para garantir que tudo seja entregue definitivamente à cidade dentro do padrão de qualidade exigido pela Prefeitura.

    São correções de problemas identificados, muitas vezes, após a conclusão do escopo da obra e que são realizados sem custo ao município. Alguns estão relacionados a deformidades que surgiram na própria infraestrutura – as chamadas de patologias da obra -, como trincas e fissuras nas placas de concreto usadas na pavimentação. Outros foram provocados por vandalismo, uso inadequado ou imprudência de alguns cidadãos antes de tudo ficar pronto.

    No caso das ruas do Cajuru, apesar da fiscalização constante da Setran, um dos problemas é o uso das novas calçadas, que são largas, planas e acessíveis, como estacionamento de veículos, em desacordo com a legislação de trânsito. O peso e as manobras dos carros danificaram a calçada, exigindo a reconstrução de trechos que haviam acabado de ser executados. Pegadas, marcas de pneus e até assinaturas são encontradas no concreto.

    Condicionante da obra

    O engenheiro e fiscal da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Alexandre Beê Amaral, explica que mesmo após a realização da obra, a empresa executora precisa concluir todas as correções que são apontadas antes do recebimento definitivo, que é uma condicionante.

    “Quando esse serviço não está de acordo com os padrões técnicos exigidos em projeto, a empresa contratada é notificada pela fiscalização e obrigada a corrigir essas falhas sem nenhum custo adicional para o município. É uma condicionante para a entrega definitiva do objeto do contrato”, diz Beê.

    Trechos concluídos dos lotes 4.1 e 4.2 foram entregues em março pelo prefeito Eduardo Pimentel e os trabalhos tiveram continuidade em outras frentes do projeto. Desde então, equipes atuam na correção de situações identificadas durante o acompanhamento técnico das obras que tiveram sequência mesmo após as ruas serem liberadas para o uso da população.

    Para a população usufruir com qualidade

    As grandes obras de mobilidade urbana em andamento na cidade, como as do BRT Leste/Oeste e Novo Inter 2, são executadas por lotes que reúnem um conjunto de intervenções. A estratégia permite que trechos concluídos sejam liberados gradualmente, ao mesmo tempo em que as demais frentes avançam.

    “Quando trechos são concluídos, vão sendo entregues para que a população já possa usufruir com segurança e qualidade e os ajustes pontuais vão acontecendo pelas semanas subsequentes, e dentro dos prazos previstos nos contratos”, explica Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, que coordena as obras.

    Sem custo para a Prefeitura

    O acompanhamento técnico é parte fundamental do processo de execução e entrega das obras. Fiscais da Smop e das supervisões, que permanecem constantemente nos locais das obras, fazem um “pente fino” em todas as etapas de execução.

    “Muita gente vê a equipe refazendo o trecho de obra e acaba pensando que foi um erro de execução, mas em muitos casos acontece porque o serviço foi danificado antes de a gente entregar a obra, o que vai exigir a correção”, diz Wesley Ponte Maciel, engenheiro da Supervisão dos Lotes 4.1 e 4.2.

    Wesley aponta como uma das principais causas de manutenção o uso inadequado das calçadas que são um elemento importante dentro do projeto de mobilidade urbana, planejadas para estimular os deslocamentos a pé. O desrespeito de motoristas que usam a calçadas como estacionamento, embarque e desembarque tem provocado afundamentos e quebras das placas de concreto e das rampas e pisos táteis.

    “A calçada é projetada para o trânsito de pedestres, não para suportar um peso de veículo. Isso acaba ocasionando trincas e afundamento da calçada e é necessário refazer todo aquele trecho, o que acaba em transtorno para os pedestres”, diz Maciel.

    Além de comprometer a infraestrutura, o uso das calçadas como estacionamento compromete a acessibilidade e coloca em risco pedestres, especialmente pessoas com mobilidade reduzida, para quem o espaço é destinado.

    De acordo com Manuela Marqueño, assim como o pavimento das pistas, as calçadas são dimensionadas na etapa de elaboração do projeto. Nesse dimensionamento é considerado um reforço adicional nos acessos de veículos, mas o restante da calçada, onde há somente circulação de pedestres, não é projetado para carros e caminhões.

    Outra situação constantemente observada é a retirada da sinalização usada para isolar áreas em obra, especialmente em situações onde o concreto usado, tanto na calçada quanto na rua, estão aguardando o tempo de cura do material, para que atinja a resistência necessária. Com isso, pessoas avançam em áreas onde o concreto ainda está molhando, deixando marcas que causam problema futuros.

    “Acontece bastante de as pessoas retiraram a fita de isolamento do local da obra e passarem por cima do concreto antes da cura. O concreto precisa de um tempo para ganhar resistência e quando alguém pisa antes desse período, além de estragar todo o acabamento, pode comprometer a qualidade da calçada. Sempre que isso acontece a equipe precisa refazer tudo”, destaca Maciel.

    Atitudes simples e boa infraestrutura

    A colaboração da população, respeitando a sinalização e os materiais usados para a proteção das obras, além de não subirem nas calçadas com veículos, são fundamentais para garantir uma boa infraestrutura para todos na cidade. “São atitudes simples e que fazem total diferença, permite que a obra seja entregue e concluída mais rápido e com a qualidade que todo mundo espera”, finaliza Maciel.

    O que dizem moradores e comerciantes

    As mudanças a partir da requalificação das ruas do bairro são percebidas por quem vive e trabalha no Cajuru. Moradores e comerciantes destacam a melhoria da infraestrutura, da acessibilidade e da circulação de pedestres, mas reconhecem que a nova configuração das ruas exige adaptação de motoristas e pedestres.

    Moradora e comerciante da região há quase duas décadas, Cintia Nara de Souza, tem uma ótica na região e acredita que as novas calçadas, mais largas e acessíveis, e as faixas elevadas nos cruzamentos tornaram o espaço mais agradável para quem circula a pé e também valorizaram o comércio.

    “Trouxe uma revitalização. Antes era barro, era cadeirante passando entre ônibus, carro, moto, bicicleta. Agora está bem específico. Tem o ônibus de um lado e os carros do outro e áreas para os pedestres”, diz a comerciante.

    Cintia também considera que o período atual é de adaptação à nova configuração viária. Para ela, a população precisa se acostumar a deixar o carro de lado e entender que as calçadas devem ser preservadas para os pedestres e que a reorganização das vagas de estacionamento na rua precisa ser entendida dentro da proposta de mobilidade da região.

    “A Rua XV não tem lugar para estacionar, no shopping não tem lugar para estacionar na frente da loja, tem que caminhar. Por que aqui no bairro Cajuru tem que ter lugar para a pessoa parar na frente da loja? A gente não vende para carro, a gente vende para pessoas”, diz a comerciante.

    Segundo ela, a nova configuração das ruas pode estimular uma mudança de hábito entre moradores e clientes. “A pessoa tem que aprender que tem deixar o carro em casa, se movimentar e caminhar. Estamos passando por um tempo de adequação, aprendendo como estacionar e que a calçada é do pedestre. Tem que reeducar o povo, assim como foi reeducado para a separação do lixo. Agora, vão reeducar com o trânsito”, completou Cintia.

    Mudanças positivas

    A comerciante Lilian Grasiele Teixeira, proprietária de uma papelaria e loja de artigos para presentes, também percebeu mudanças positivas. Ela destaca principalmente a nova iluminação, a acessibilidade e a melhoria das condições para os pedestres.

    “Melhorou muito, principalmente à noite. Para nós é muito bom, porque era muito escuro. A guia alta para o pedestre e para o cadeirante ficou muito boa, ficou muito mais fácil”, conta Lilian.

    Segundo Lilian, a reestruturação das vagas de estacionamento também acabou estimulando parte dos clientes a fazer o percurso a pé, o que considera positivo para o comércio. “Quanto mais pedestre circulando melhor para as lojas”, afirma.

    Para as comerciantes, as mudanças a partir das obras contribuiu para valorizar o Cajuru e melhorar a relação das pessoas com o espaço público. “Essa obra deixou o bairro mais bonito, mais valorizado, mostrando que nós temos valor. Hoje o Cajuru é um bairro que tem respeito, que tem que ter dignidade. Então a obra ajudou bastante”, completa Cintia.

    O que foi feito no Cajuru

    Uma das principais intervenções dos lotes 4.1 e 4.2 foi a implantação de nova pavimentação de concreto na canaleta exclusiva dos ônibus em trechos das ruas Desembargador Mercer Junior, Engenheiro Costa Barros, Filipinas e Ceilão. A solução integra a estratégia de modernização da infraestrutura do transporte coletivo de Curitiba e a requalificação do espaço urbano.

    Ao longo de 5,4 quilômetros, as obras requalificaram dez ruas do Cajuru com melhorias na pavimentação, drenagem, sinalização e iluminação pública, além da implantação de calçadas acessíveis, reforma e ampliação de estações-tubo e instalação de mobiliário urbano. As intervenções também incluíram a criação de um novo calçadão na Rua Nagib da Silva e a pavimentação dos acessos ao Terminal Vila Oficinas, ampliando a qualidade, a segurança e a acessibilidade da infraestrutura urbana e do transporte coletivo na região.

    PRO Curitiba

    O trabalho foi coordenado e fiscalizado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop), com acompanhamento técnico da Unidade Técnico-Administrativa de Gerenciamento (Utag), a partir de projeto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

    As obras fazem parte do Programa de Requalificação e Obras de Curitiba (PRO Curitiba) com financiamento internacional do New Development Bank (NDB), o banco dos Brics, e contrapartida do município.


    Texto: Cris Guancino — Secretaria Municipal de Obras Públicas / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — agosto/2026, páginas 4 e 5.

  • Prefeitura autoriza o início das obras do novo Terminal Capão da Imbuia

    Prefeitura autoriza o início das obras do novo Terminal Capão da Imbuia

    Este dia 28/1, 10 h, na praça em frente à Rua da Cidadania do Cajuru, é histórico: assinatura do prefeito Eduardo Pimentel na ordem de serviço para início das obras do novo terminal Capão da Imbuia.

    O novo Terminal Capão da Imbuia vai ampliar a oferta de linhas de ônibus, aumentar a capacidade de atendimento e proporcionar mais conforto aos passageiros, além de promover a requalificação da infraestrutura urbana do entorno.


    Fonte: Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — janeiro/2026, página 1.

  • Prefeitura de Curitiba reabre a UPA Cajuru totalmente revitalizada

    Prefeitura de Curitiba reabre a UPA Cajuru totalmente revitalizada

    Em reforma desde agosto de 2025, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Cajuru é reaberta pela Prefeitura de Curitiba (28/1, 11 h, pelo prefeito Eduardo Pimentel e diversas autoridades).

    Além das intervenções estruturais executadas, como revisão das instalações hidráulicas e elétricas, revitalização de coberturas, troca de portas e janelas, entre outras (veja mais ao final do texto), foram incluídos itens que diferenciam a UPA Cajuru das demais, e que a tornam piloto para adequações futuras em outros serviços de urgência e emergência do município.

    “A reforma foi uma oportunidade de nos debruçarmos sobre o desenho de nossas unidades de urgência e emergência e aperfeiçoar o que já era bom. Uma novidade importante será o atendimento odontológico de urgência, que antes não estava disponível no Cajuru e passará a ser ofertado no período noturno de segunda a sexta e 24 horas nos finais de semana”, explica a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak.

    Circuito Direcionado de Atendimento

    Um diferencial inédito no Cajuru são os consultórios do Circuito Direcionado de Atendimento (CDA). Projeto já implantado em Curitiba em outras três UPAs (Pinheirinho, Fazendinha e Boqueirão), esse formato de atendimento é dirigido a casos leves, em que a equipe vai até o paciente. Depois de realizada a triagem inicial, a pessoa aguarda em consultório que o médico vá até ela.

    Na UPA Cajuru, os consultórios do CDA são fechados para dar mais conforto e privacidade tanto para os profissionais quanto para a população. Nas outras três Upas que já utilizam essa estrutura de atendimento os pacientes ficam em boxes separados por divisórias, o que foi aperfeiçoado agora.

    Segurança

    Outra entrega importante é o sistema de segurança, que ganhou novas portas de escape, câmeras de monitoramento e sistema de aviso de situações críticas, com a instalação de um botão conectado às forças de segurança.

    Na área de espera foi instalada divisão física para que crianças aguardem o atendimento em local separado dos demais. A farmácia ganhou sala própria para entrega de medicamentos, que antes funcionava junto à recepção, o que vai dar mais fluidez à circulação dentro da unidade.

    A SMS também ampliou as salas de triagem, onde o paciente é atendido para classificação de risco – de uma disponível anteriormente para três salas.

    Equipe

    A UPA Cajuru vai atuar com uma equipe de quase 300 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, técnicos de saúde bucal e técnicos administrativos.

    Com atendimento 24 horas, todos os dias da semana, a equipe trabalha em sistema de escalas de plantão. Em média, são realizados de 13 a 15 mil atendimentos por mês na UPA Cajuru.

    O que é o CDA

    O Circuito Direcionado de Atendimento (CDA) é baseado no método conhecido como “fast track”, modelo inglês que pode ser traduzido como rastreamento rápido do paciente.

    As principais vantagens do modelo estão na otimização do fluxo do paciente dentro do pronto-atendimento, agilizando a realização de procedimentos.

    O CDA separa o fluxo dos pacientes de baixo risco (classificados com pulseiras azuis e verdes) dos prioritários (amarelo) e dos de urgência e emergência (laranja e vermelho). Isso permite aos profissionais de Saúde direcionarem o atendimento de forma mais precisa a cada tipo de necessidade e reduzir o tempo de espera nos casos não-urgentes.

    O CDA traz agilidade no atendimento, reduzindo o tempo de espera para casos de menor gravidade (que são o maior volume dos atendimentos), melhorando o fluxo dos serviços de urgência e emergência.

    PRO Curitiba

    A reforma da UPA Cajuru faz parte do PRO Curitiba, maior programa de obras e revitalizações da história da cidade e que engloba mais de R$ 6 bilhões em investimentos. São intervenções em áreas essenciais para o cidadão como mobilidade urbana, saúde, educação, habitação social, prevenção a enchentes, zeladoria, iluminação pública, trânsito e segurança.


    Fonte: Secretaria Municipal da Comunicação Social / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — janeiro/2026, página 5.