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Tag: Cajuru

  • De Armazéns da Família a hortas urbanas, Curitiba investe em segurança alimentar

    De Armazéns da Família a hortas urbanas, Curitiba investe em segurança alimentar

    Nesta sexta-feira (16/10), Curitiba celebra o Dia Mundial da Alimentação, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para conscientizar sobre a importância do acesso a alimentos seguros e nutritivos. Em 2026, a campanha mundial tem como tema “Inovar Hoje Para Nutrir o Amanhã”, que destaca o papel da inovação, dos conhecimentos tradicionais e da cooperação na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis e capazes de garantir alimentação adequada para todos.

    Em Curitiba, a Prefeitura desenvolve uma rede de políticas públicas coordenadas pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), que reúne programas de abastecimento, oferta de refeições, combate ao desperdício, Agricultura Urbana e educação alimentar.

    “Garantir segurança alimentar é muito mais do que colocar comida na mesa. É oferecer acesso a alimentos de qualidade, valorizar quem produz, reduzir o desperdício e criar oportunidades para que a população tenha uma alimentação saudável e digna. Curitiba tem uma rede de programas que atua em diferentes frentes, aproximando o alimento das pessoas e fortalecendo toda a cadeia de abastecimento”, afirma o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho.

    Alimentos mais baratos

    Com 33 unidades, os Armazéns da Família oferecem alimentos e produtos essenciais a preços reduzidos para famílias com renda de até cinco salários mínimos. O programa contribui para aliviar o orçamento doméstico e ampliar o acesso a itens básicos da alimentação.

    A rede é complementada pelos 12 Sacolões da Família, que comercializam frutas, verduras e legumes a preços acessíveis, incentivando o consumo de alimentos frescos e variados.

    Refeições acessíveis

    Os seis Restaurantes Populares de Curitiba servem, em média, 5.588 refeições por dia, de segunda a sexta-feira, com cardápios balanceados e preço acessível. O serviço é uma alternativa importante para quem precisa fazer suas refeições fora de casa sem comprometer o orçamento.

    A rede de proteção alimentar também conta com duas unidades do Mesa Solidária: Mesa Solidária/Escola de Segurança Alimentar e Nutricional Patrícia Casillo, no Jardim Botânico; e o Base — Bem-estar, Apoio, Solidariedade e Emprego, no Centro. Desde a inauguração, o Base já serviu 92.115 refeições, reforçando o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

    Banco de Alimentos

    O Banco de Alimentos de Curitiba conecta o excedente de alimentos próprios para consumo à rede de entidades sociais que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. Desde 2021, o programa já arrecadou e doou 2.093.871,50 quilos de alimentos, contribuindo para reduzir o desperdício e ampliar a oferta de comida a quem precisa.

    Sustentabilidade com hortas e fazendas urbanas

    Curitiba conta com 234 hortas urbanas, que aproximam a população do cultivo de alimentos e incentivam práticas sustentáveis, o aproveitamento de espaços e a participação comunitária.

    As três Fazendas Urbanas municipais (Cajuru, CIC e Tatuquara) complementam esse trabalho com atividades de educação alimentar e ambiental, Agricultura Urbana e capacitação. Os espaços difundem conhecimentos sobre cultivo, compostagem e aproveitamento de alimentos, contribuindo para hábitos mais saudáveis e para uma relação consciente com a produção e o consumo.


    Fonte: Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — outubro/2026, páginas 4 e 7.

  • Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    A Prefeitura de Curitiba está fazendo correções nas obras das ruas Engenheiro Costa Barros e Filipinas, no Cajuru, em trechos que já haviam passado por requalificação para a expansão do BRT Leste/Oeste (Lotes 4.1 e 4.2). A movimentação pode chamar a atenção de quem circula pela região: mesmo após a conclusão aparente dos serviços, equipes retornaram aos locais para correções determinadas por equipes de fiscalização de obras, para garantir que tudo seja entregue definitivamente à cidade dentro do padrão de qualidade exigido pela Prefeitura.

    São correções de problemas identificados, muitas vezes, após a conclusão do escopo da obra e que são realizados sem custo ao município. Alguns estão relacionados a deformidades que surgiram na própria infraestrutura – as chamadas de patologias da obra -, como trincas e fissuras nas placas de concreto usadas na pavimentação. Outros foram provocados por vandalismo, uso inadequado ou imprudência de alguns cidadãos antes de tudo ficar pronto.

    No caso das ruas do Cajuru, apesar da fiscalização constante da Setran, um dos problemas é o uso das novas calçadas, que são largas, planas e acessíveis, como estacionamento de veículos, em desacordo com a legislação de trânsito. O peso e as manobras dos carros danificaram a calçada, exigindo a reconstrução de trechos que haviam acabado de ser executados. Pegadas, marcas de pneus e até assinaturas são encontradas no concreto.

    Condicionante da obra

    O engenheiro e fiscal da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Alexandre Beê Amaral, explica que mesmo após a realização da obra, a empresa executora precisa concluir todas as correções que são apontadas antes do recebimento definitivo, que é uma condicionante.

    “Quando esse serviço não está de acordo com os padrões técnicos exigidos em projeto, a empresa contratada é notificada pela fiscalização e obrigada a corrigir essas falhas sem nenhum custo adicional para o município. É uma condicionante para a entrega definitiva do objeto do contrato”, diz Beê.

    Trechos concluídos dos lotes 4.1 e 4.2 foram entregues em março pelo prefeito Eduardo Pimentel e os trabalhos tiveram continuidade em outras frentes do projeto. Desde então, equipes atuam na correção de situações identificadas durante o acompanhamento técnico das obras que tiveram sequência mesmo após as ruas serem liberadas para o uso da população.

    Para a população usufruir com qualidade

    As grandes obras de mobilidade urbana em andamento na cidade, como as do BRT Leste/Oeste e Novo Inter 2, são executadas por lotes que reúnem um conjunto de intervenções. A estratégia permite que trechos concluídos sejam liberados gradualmente, ao mesmo tempo em que as demais frentes avançam.

    “Quando trechos são concluídos, vão sendo entregues para que a população já possa usufruir com segurança e qualidade e os ajustes pontuais vão acontecendo pelas semanas subsequentes, e dentro dos prazos previstos nos contratos”, explica Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, que coordena as obras.

    Sem custo para a Prefeitura

    O acompanhamento técnico é parte fundamental do processo de execução e entrega das obras. Fiscais da Smop e das supervisões, que permanecem constantemente nos locais das obras, fazem um “pente fino” em todas as etapas de execução.

    “Muita gente vê a equipe refazendo o trecho de obra e acaba pensando que foi um erro de execução, mas em muitos casos acontece porque o serviço foi danificado antes de a gente entregar a obra, o que vai exigir a correção”, diz Wesley Ponte Maciel, engenheiro da Supervisão dos Lotes 4.1 e 4.2.

    Wesley aponta como uma das principais causas de manutenção o uso inadequado das calçadas que são um elemento importante dentro do projeto de mobilidade urbana, planejadas para estimular os deslocamentos a pé. O desrespeito de motoristas que usam a calçadas como estacionamento, embarque e desembarque tem provocado afundamentos e quebras das placas de concreto e das rampas e pisos táteis.

    “A calçada é projetada para o trânsito de pedestres, não para suportar um peso de veículo. Isso acaba ocasionando trincas e afundamento da calçada e é necessário refazer todo aquele trecho, o que acaba em transtorno para os pedestres”, diz Maciel.

    Além de comprometer a infraestrutura, o uso das calçadas como estacionamento compromete a acessibilidade e coloca em risco pedestres, especialmente pessoas com mobilidade reduzida, para quem o espaço é destinado.

    De acordo com Manuela Marqueño, assim como o pavimento das pistas, as calçadas são dimensionadas na etapa de elaboração do projeto. Nesse dimensionamento é considerado um reforço adicional nos acessos de veículos, mas o restante da calçada, onde há somente circulação de pedestres, não é projetado para carros e caminhões.

    Outra situação constantemente observada é a retirada da sinalização usada para isolar áreas em obra, especialmente em situações onde o concreto usado, tanto na calçada quanto na rua, estão aguardando o tempo de cura do material, para que atinja a resistência necessária. Com isso, pessoas avançam em áreas onde o concreto ainda está molhando, deixando marcas que causam problema futuros.

    “Acontece bastante de as pessoas retiraram a fita de isolamento do local da obra e passarem por cima do concreto antes da cura. O concreto precisa de um tempo para ganhar resistência e quando alguém pisa antes desse período, além de estragar todo o acabamento, pode comprometer a qualidade da calçada. Sempre que isso acontece a equipe precisa refazer tudo”, destaca Maciel.

    Atitudes simples e boa infraestrutura

    A colaboração da população, respeitando a sinalização e os materiais usados para a proteção das obras, além de não subirem nas calçadas com veículos, são fundamentais para garantir uma boa infraestrutura para todos na cidade. “São atitudes simples e que fazem total diferença, permite que a obra seja entregue e concluída mais rápido e com a qualidade que todo mundo espera”, finaliza Maciel.

    O que dizem moradores e comerciantes

    As mudanças a partir da requalificação das ruas do bairro são percebidas por quem vive e trabalha no Cajuru. Moradores e comerciantes destacam a melhoria da infraestrutura, da acessibilidade e da circulação de pedestres, mas reconhecem que a nova configuração das ruas exige adaptação de motoristas e pedestres.

    Moradora e comerciante da região há quase duas décadas, Cintia Nara de Souza, tem uma ótica na região e acredita que as novas calçadas, mais largas e acessíveis, e as faixas elevadas nos cruzamentos tornaram o espaço mais agradável para quem circula a pé e também valorizaram o comércio.

    “Trouxe uma revitalização. Antes era barro, era cadeirante passando entre ônibus, carro, moto, bicicleta. Agora está bem específico. Tem o ônibus de um lado e os carros do outro e áreas para os pedestres”, diz a comerciante.

    Cintia também considera que o período atual é de adaptação à nova configuração viária. Para ela, a população precisa se acostumar a deixar o carro de lado e entender que as calçadas devem ser preservadas para os pedestres e que a reorganização das vagas de estacionamento na rua precisa ser entendida dentro da proposta de mobilidade da região.

    “A Rua XV não tem lugar para estacionar, no shopping não tem lugar para estacionar na frente da loja, tem que caminhar. Por que aqui no bairro Cajuru tem que ter lugar para a pessoa parar na frente da loja? A gente não vende para carro, a gente vende para pessoas”, diz a comerciante.

    Segundo ela, a nova configuração das ruas pode estimular uma mudança de hábito entre moradores e clientes. “A pessoa tem que aprender que tem deixar o carro em casa, se movimentar e caminhar. Estamos passando por um tempo de adequação, aprendendo como estacionar e que a calçada é do pedestre. Tem que reeducar o povo, assim como foi reeducado para a separação do lixo. Agora, vão reeducar com o trânsito”, completou Cintia.

    Mudanças positivas

    A comerciante Lilian Grasiele Teixeira, proprietária de uma papelaria e loja de artigos para presentes, também percebeu mudanças positivas. Ela destaca principalmente a nova iluminação, a acessibilidade e a melhoria das condições para os pedestres.

    “Melhorou muito, principalmente à noite. Para nós é muito bom, porque era muito escuro. A guia alta para o pedestre e para o cadeirante ficou muito boa, ficou muito mais fácil”, conta Lilian.

    Segundo Lilian, a reestruturação das vagas de estacionamento também acabou estimulando parte dos clientes a fazer o percurso a pé, o que considera positivo para o comércio. “Quanto mais pedestre circulando melhor para as lojas”, afirma.

    Para as comerciantes, as mudanças a partir das obras contribuiu para valorizar o Cajuru e melhorar a relação das pessoas com o espaço público. “Essa obra deixou o bairro mais bonito, mais valorizado, mostrando que nós temos valor. Hoje o Cajuru é um bairro que tem respeito, que tem que ter dignidade. Então a obra ajudou bastante”, completa Cintia.

    O que foi feito no Cajuru

    Uma das principais intervenções dos lotes 4.1 e 4.2 foi a implantação de nova pavimentação de concreto na canaleta exclusiva dos ônibus em trechos das ruas Desembargador Mercer Junior, Engenheiro Costa Barros, Filipinas e Ceilão. A solução integra a estratégia de modernização da infraestrutura do transporte coletivo de Curitiba e a requalificação do espaço urbano.

    Ao longo de 5,4 quilômetros, as obras requalificaram dez ruas do Cajuru com melhorias na pavimentação, drenagem, sinalização e iluminação pública, além da implantação de calçadas acessíveis, reforma e ampliação de estações-tubo e instalação de mobiliário urbano. As intervenções também incluíram a criação de um novo calçadão na Rua Nagib da Silva e a pavimentação dos acessos ao Terminal Vila Oficinas, ampliando a qualidade, a segurança e a acessibilidade da infraestrutura urbana e do transporte coletivo na região.

    PRO Curitiba

    O trabalho foi coordenado e fiscalizado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop), com acompanhamento técnico da Unidade Técnico-Administrativa de Gerenciamento (Utag), a partir de projeto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

    As obras fazem parte do Programa de Requalificação e Obras de Curitiba (PRO Curitiba) com financiamento internacional do New Development Bank (NDB), o banco dos Brics, e contrapartida do município.


    Texto: Cris Guancino — Secretaria Municipal de Obras Públicas / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — agosto/2026, páginas 4 e 5.

  • Pais devem cadastrar CPF dos filhos para garantir acesso à teleconsulta infantil

    Cenário comum nos dias de frio: a criança está na escola e apresenta febre baixa e garganta irritada. A mãe é chamada e precisa de atendimento para o quadro respiratório do filho de 6 anos. Apesar de um quadro leve, é necessário orientação profissional. Sem sair de casa, com o filho ao lado, a mãe liga para a Central Saúde Já 3350-9000. Depois de passar por triagem de classificação de risco, é encaminhada para uma teleconsulta com médico da Secretaria Municipal da Saúde, recebe a receita médica pelo aplicativo Saúde Já e retira a medicação na unidade de saúde perto de casa.

    A solução adotada evita que mãe e filho se desloquem para um atendimento presencial em uma unidade de saúde ou UPA e viabiliza rapidamente o tratamento necessário para estabilizar o quadro de saúde da criança.

    A Central Saúde Já funciona todos os dias. De segunda à sexta das 7h às 22h, inclusive em feriados, e nos finais de semana das 8h às 20h.

    Como acessar

    No caso de crianças, o atendimento está disponível para aquelas com 5 anos ou mais, residentes e cadastrados no SUS Curitiba, desde que os pais tenham cadastrado o CPF do filho no e-Cidadão, da Prefeitura de Curitiba, e a criança esteja acompanhada por um responsável legal.

    “Nosso sistema está interligado ao e-Cidadão e, por questões de segurança, para ser atendida por videoconsulta, toda pessoa precisa ter login e senha cadastrado, mesmo sendo menor de idade”, explica a coordenadora da Central Saúde Já, Carolina Puzippe.

    Mesmo que os pais tenham inserido os filhos como dependentes no aplicativo Saúde Já, o acesso à videoconsulta só será possível se o menor de idade tiver sido cadastrado com seu CPF no e-Cidadão. Para realizar o atendimento online, o aplicativo precisa ser acessado com os dados da criança e a consulta é conduzida pelos pais na presença do filho, pois será necessário que o médico veja a situação da garganta, por exemplo, por vídeo.

    e-Cidadão

    Para o cadastro na plataforma e-Cidadão, os interessados precisam apenas fornecer informações pessoais e criar o login individual. É preciso fornecer um endereço de e-mail válido para finalizar o processo de cadastro. No caso das crianças que ainda não possuem e-mail pessoal, o adulto responsável pode fornecer seu endereço de e-mail para cadastrar.

    O e-Cidadão funciona como uma credencial, facilitando a identificação do usuário, de forma segura. A base de dados é uma plataforma digital de serviços que permite a incorporação entre diferentes serviços municipais.

    A criação de bases de dados únicas como a do e-Cidadão em Curitiba é uma tendência para aumentar a eficiência pública e uma exigência da Lei do Governo Digital (Lei 14.129/2021).

    Acessar o site ou aplicativo do Saúde Já pelo Google Play ou App store.

    Se houver dúvidas ou dificuldades no processo, entrar em contato pela Central 156 da Prefeitura de Curitiba.


    Fonte: Secretaria Municipal da Saúde / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — junho/2026, página 5.

  • Fala Curitiba 2026: reunião final de votação da Regional Cajuru é dia 7 de agosto

    Nota do Info Plena: agenda publicada na edição impressa de julho de 2026. Confira eventuais alterações em fala.curitiba.pr.gov.br.

    Reunião final de votação do Fala Curitiba 2026

    LOA 2027 – Regional Cajuru

    • 07/ago – sexta-feira 19h – Rua da Cidadania do Cajuru: Avenida Prefeito Mauricio Fruet, 2150 – Cajuru.

    Antes, Fala Curitiba Móvel:

    • 21/jul – manhã – U.S. Trindade II – Rua Sebastião Marcos Luiz, 1197, Cajuru.
    • 21/jul – tarde – Supermercado Ouro Branco – Rua Clávio Molinari, 1183, Capão da Imbuia.
    • 23/jul – manhã – Supermercado Piraquara – Avenida Florianópolis, 1814, Cajuru.
    • 23/jul – tarde – Açougue Corte Nobre – Rua Ten. Cel. Benjamin Lage, 388, Uberaba.
    • 27/jul – manhã – Mercado Lumi – Rua Waldemar Pereira da Silva, 530, Uberaba.
    • 27/jul – tarde – Ass. Moradores V. Autódromo – Rua Prof. Teresinha de Jesus Voigt, 85.
    • 29/jul – manhã – Escola Municipal Coronel Durival Britto e Silva – Rua Emilio Bertolini, 44, Cajuru.
    • 29/jul – tarde – Escola Mun. Rachel Mader Gonçalves – Rua Gustavo B. Gonçalves, 26. Uberaba.

    Conheça e participe online – fala.curitiba.pr.gov.br de 20 de julho a 2 de agosto de 2026.


    Fontes: Prefeitura de Curitiba (fala.curitiba.pr.gov.br) e apuração do Info Plena
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — julho/2026, página 4.

  • Harmônicas no Cajuru realiza apresentações gratuitas em colégios estaduais

    O Projeto Cultural Harmônicas no Cajuru, aprovado no edital nº 018/2025 da Fundação Cultural de Curitiba – Fundo Municipal de Incentivo à Cultura, realizou no dia 08 de julho de 2026 duas apresentações didáticas e gratuitas para estudantes da rede pública estadual de ensino. A ação integra as atividades de formação de público e educação musical desenvolvidas pela orquestra, levando cultura, história e música instrumental a jovens estudantes curitibanos.

    Com mais de 45 anos de trajetória, a Orquestra Harmônicas de Curitiba apresenta um repertório diversificado que reúne clássicos da Música Popular Brasileira, temas de filmes, jazz e composições autorais, proporcionando ao público uma experiência artística e educativa única. Durante os encontros, os alunos terão a oportunidade de conhecer a história da harmônica, sua importância na música brasileira e acompanhar apresentações ao vivo dos músicos da orquestra.

    As apresentações ocorreram nos seguintes locais:

    Colégio Estadual Pio Lanteri, 10h30, Rua Dr. Eusébio de Oliveira, 71 – Uberaba – Curitiba/PR.

    Colégio Estadual Paulo Leminski, 14h, Av. Cel. Augusto A. Garret, 135 – Tarumã – Curitiba/PR.

    Além da apresentação musical, a atividade busca estimular o interesse dos estudantes pela música instrumental, valorizar o patrimônio cultural brasileiro e ampliar o acesso à cultura por meio de ações educativas e inclusivas.

    Realização: Fátima Esper

    Produção: Angela Meschino

    Regional do Cajuru

    Informações ( 47) 99604-6026 – Fátima Esper


    Fonte: Projeto Cultural Harmônicas no Cajuru — realização Fátima Esper, produção Angela Meschino. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba / Fundo Municipal de Incentivo à Cultura
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — julho/2026, página 4.

  • Vacina contra a gripe é liberada para toda a população em Curitiba

    Nota do Info Plena: informações da campanha de 2026. Consulte imunizaja.curitiba.pr.gov.br para a situação atual.

    A partir de 29/06, a vacinação contra a gripe será liberada para toda a população acima de 6 meses de idade em Curitiba, em todas as 109 unidades básicas de saúde, atendendo à pactuação realizada na reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

    A CIB é o principal foro de negociação, articulação e deliberação consensual entre os gestores estaduais e municipais do SUS. A decisão da CIB levou em consideração a sazonalidade do vírus da influenza na região sul do Brasil, que ocorre no outono e inverno.

    A deliberação nº 273/2026 da CIB, assinada pelo secretário de Estado da Saúde, César Neves, também considerou que a estratégia nacional de vacinação do Ministério da Saúde, destinada especificamente ao público prioritário, foi pactuada para ocorrer no período de 28 de março a 30 de maio de 2026.

    Até o momento, a cobertura do público prioritário no Paraná está em 47%. Em Curitiba está em 48%, sendo 50% para idosos, 38% para crianças de 6 meses a 5 anos e 59% para gestantes.

    “Estamos entrando no período de maior amplitude térmica e de circulação dos vírus respiratórios. A vacina é a melhor estratégia para evitar o adoecimento. Vamos manter a vacinação no público prioritário, mas agora ampliando a possibilidade de imunização para toda a população com 6 meses de idade ou mais”, disse a secretária Municipal da Saúde, Tatiane Filipak.

    A secretária reforça a importância de os públicos prioritários buscarem a imunização contra a Influenza. “A definição dos públicos prioritários leva em consideração as pessoas mais suscetíveis aos vírus influenza. São aquelas que podem desenvolver casos graves de gripe, inclusive com a necessidade de internação e o risco de morte pela doença”, explica.

    Os públicos prioritários da vacina Influenza são: crianças de 6 meses a 5 anos; pessoas com 60 anos ou mais; gestantes; puérperas (mulheres que tiveram filho até 45 dias); pessoas com doenças crônicas; pessoas com deficiência permanente; entre outros.

    Para saber mais acesse:

    imunizaja.curitiba.pr.gov.br

    Orientações

    Para se vacinar, além de ser morador de Curitiba, é preciso apresentar documento de identificação com foto. Pessoas que tiverem doenças febris devem aguardar a ausência de sintomas para receber sua dose contra a gripe.

    A vacina pode ser aplicada em 109 unidades básicas de saúde. Os endereços e o horário de atendimento das unidades podem ser conferidos no site Imuniza Já Curitiba.

    A US Ouvidor Pardinho, no Centro de Curitiba, é a única que não vacina crianças. Todas as demais vacinam todos os públicos. A SMS também orienta que os usuários cheguem com pelo menos 15 minutos de antecedência antes do horário de fechamento da unidade de saúde, para realizar qualquer vacina.

    Depois de aplicada, a vacina leva cerca de 15 dias para conferir imunidade à pessoa que a recebeu. A vacina contra a gripe oferecida pelo SUS é trivalente e protege contra a cepa da influenza B, influenza A H1N1 e influenza A H3N2. É contraindicada para menores de 6 meses e também para pessoas que tiveram reação anafilática grave em aplicações anteriores.

    Outras vacinas

    Além da vacina influenza, as pessoas que forem até as unidades de saúde podem atualizar sua carteira vacinal, aplicando as doses que estiverem em atraso.

    No aplicativo Saúde Já Curitiba é possível verificar se há algum imunizante em atraso. Basta acessar sua conta por meio do e-cidadão com login e senha, clicar em ‘Carteira de Vacinação’ e depois em ‘Pendentes’. O profissional de saúde da sala de vacina também poderá analisar se há outras doses a serem aplicadas.


    Fonte: Secretaria Municipal da Saúde / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — junho/2026, página 5.

  • Saiba como fazer o cadastro online nos Armazéns da Família da Prefeitura de Curitiba

    Rápido e fácil, o cadastro no Armazém da Família é feito por autoatendimento online. O processo pode ser feito a qualquer hora e lugar, usando o portal da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN) (*) ou o aplicativo Curitiba App.

    O programa Armazém da Família reúne, atualmente, 35 unidades que oferecem gêneros alimentícios e itens de higiene e limpeza 30% mais baratos que no varejo. Hoje são mais de 360 mil famílias com renda até cinco salários mínimos da capital cadastradas no programa da Prefeitura, beneficiando um milhão de curitibanos, além de 163 entidades sociais e filantrópicas que podem fazer compras nas unidades.

    Na RMC são 14 municípios conveniados com 82,5 mil famílias cadastradas, beneficiando cerca de 280 mil pessoas.

    Regras em vigor para cadastro nos Armazéns da Família

    Renda familiar: de até 5 salários mínimos e morar em Curitiba.

    Validade do cadastro: indeterminado

    Documentos necessários para o cadastro dos maiores de 18:

    Identificação com foto e o número do CPF

    Comprovante de residência (luz/energia, água, telefone fixo ou móvel, abastecimento de gás, condomínio, carnê de IPTU, contrato de aluguel com firmas reconhecidas, ou correspondência própria em nome do beneficiário ou de um membro da composição familiar advindas de instituições financeiras oficiais ou de instituições públicas oficiais, com data de no máximo três meses da realização do cadastro)

    Comprovante de renda (holerite/contracheque atualizados; ou contrato de trabalho; ou portaria de nomeação; ou carteira de trabalho e Previdência Social; ou comprovante de seguro desemprego; ou demonstrativo de crédito de benefício INSS, nos casos de aposentado, pensionista ou beneficiário de auxílio; ou cópia completa da Declaração Anual de Imposto de Renda, apenas se declarante. Se possuir CNPJ deve apresentar a Declaração do Simples Nacional, DECORE ou Declaração de Inatividade)

    Dos menores (certidão de nascimento ou carteira de Identidade)

    Para entrar nos Armazéns da Família:

    Não sendo possível a compra diretamente pelo titular do cadastro ou por dependente cadastrado, devido a impossibilidade de locomoção, pessoas com deficiência, enfermidade, ou pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, poderá ser uma pessoa autorizada, desde que ela porte o documento oficial de identificação original, com foto, do titular responsável pelo cadastro.

    Será permitida a entrada de um acompanhante, nos casos do § anterior, não sendo necessário o cadastro prévio se prestado apenas a ação de auxiliar o titular necessitado.

    Dúvidas podem ser tiradas pelo telefone (41) 3350-3890, do setor de Cadastramento dos Armazéns da Família da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

    (*) https://portalsmab.curitiba.pr.gov.br

    Se você tiver alguma dúvida na hora de se cadastrar no Armazém da Família, pode recorrer ao Suporte ao Usuário por meio dos canais de atendimento: (41) 3350 3890 – suportecadastro@curitiba.pr.gov.br – de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.


    Fonte: Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — agosto/2025, página 2.

  • Natal real e solidário: voluntários levaram presentes à Vila Oficinas e ao CEL Oficinas

    Registro de arquivo: publicado na edição impressa de janeiro de 2025, sobre as ações de dezembro de 2024.

    Num mundo sempre injusto e desigual, reconheça-se pessoas que se dedicam a levar alegria a crianças e famílias que, se não todas, várias, terão naqueles minutos e presentes uma grande ou a melhor lembrança do Natal: mesmo distorcido ou apequenado em seu sentido pleno e original, permanece ocasião para presentear, confraternizar, solidarizar, fazer o bem – o que não é pouca coisa, muito pelo contrário. Dentre outros, voluntários que ao longo de meses se mobilizaram para angariar presentes, transporte, pesquisa, cadastro etc:

    Em dezembro, dia sete, no Centro de Esportes e Lazer Oficinas, com o Projeto Sol Cidadão, e no dia vinte e quatro nas ruas da Vila Oficinas e região, com o Clube Atlético Regional Pinheiros (*) e a Associação Esportiva Operário Ferroviário Cajuru (**), foram distribuídos brinquedos, balas, balões, abraços e calor humano!

    O Projeto Sol Cidadão angariou a maior parte dos brinquedos e partilhou-os para a distribuição nas duas ocasiões. Também contribuíram com doação de presentes: Mercado Regional Cajuru, Supermercado Piraquara, Auto Peças Barão, Casa China e Academias LC Gym e Energymax; e clientes destes.

    A Prefeitura de Curitiba emprestou o CEL Oficinas. Outros custos tais como empréstimo de automóveis e combustível os voluntários dividiram entre si.

    Durante as atividades a personagem central do Natal foi citada!

    Fátima Dumas é exemplo de voluntariado à frente do Sol Cidadão: com ajuda, faz esta ação de Natal desde 2017, com apoio do InFoPLENA e da radioplena.com.br.

    Daniel Paitra (*) é outro exemplo: com ajuda, faz esta ação desde 2013, com apoio do InFoPLENA e da radioplena.com.br, de Antônio Gamba da Silva, Nilton Dietrich e José Carlos de Oliveira; todos, à época, dirigentes da AEOFC (**), da Associação Empresarial e do Conselho Comunitário de Segurança do Cajuru (AECAJ e CONSEG, respectivamente), e do Movimento Fé e Cidadania.

    Em dezembro, aos colaboradores do CARP (*), somou-se a Alair Bucker Schmicheck, e pela AEOFC (**) estiveram Luciana Aparecida Mansano, Leandro Machado da Silva e Waldemar Matias Neto.


    Texto de José Carlos de Oliveira, editor do Info Plena
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — janeiro/2025, página 4.

  • Consumidores aprovam o novo Armazém da Família do Cajuru

    Consumidores aprovam o novo Armazém da Família do Cajuru

    A nova unidade do Armazém da Família no Mercado Regional Cajuru, inaugurada no início de agosto, já conquistou a aprovação dos moradores da região. Localizado em um ponto de grande circulação, próximo e integrado ao Terminal Capão da Imbuia, o espaço facilita o acesso e amplia as opções de compras para a comunidade.

    “Aqui ficou mais perto de casa pra vir, gostamos muito do espaço. Vamos começar a comprar aqui, ficou muito bom”, contou Dolores Rocio Chevonica, 77 anos, acompanhada da irmã Marisa Fátima Chevonica, 62, ambas aposentadas.

    Para Lourdes Stabile de Castilho, 74, moradora do Vila Oficinas, a proximidade com o Mercado Cajuru é um diferencial: “Sempre fiz compras no Armazém Vila Oficinas, mas aqui é bom que a gente aproveita que vem comprar verduras e frutas e já pega o que precisa no Armazém”.

    Já Alamiro Stapassoli, 83, aposentado, decidiu conhecer a novidade após ver a notícia da inauguração. “Eu moro no Mercúrio e estava de passagem. Gostei, porque tem muitas coisas que dá pra comprar com bom preço”, afirmou.

    Integração com o terminal

    Com a integração, quem desembarca no Terminal Capão da Imbuia pode fazer compras no Mercado e no Armazém da Família e retornar ao transporte coletivo sem pagar outra passagem. Para isso, basta validar o cartão-transporte da Urbs em um equipamento dentro do Mercado em até dez minutos após sair do terminal. Depois dessa validação, o usuário tem duas horas para aproveitar e fazer suas compras.

    O secretário de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho, ressaltou o benefício do novo espaço para os moradores da região.

    “O novo Armazém da Família do Cajuru já demonstra uma ótima aceitação. Tivemos um grande movimento desde a inauguração, com clientes que vieram conhecer a unidade e muitos moradores próximos aproveitando a facilidade para fazer suas compras com qualidade e bons preços”, salientou Leverci.

    Armazém da Família

    O programa Armazém da Família, iniciativa da Prefeitura de Curitiba, atende 353 mil famílias cadastradas na capital, beneficiando cerca de um milhão de curitibanos. Famílias com renda de até cinco salários mínimos podem se cadastrar para as compras.


    Fonte: Prefeitura de Curitiba (SECOM/SMSAN) — curitiba.pr.gov.br. Fotos: Levy Ferreira/SECOM
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — agosto/2025, página 4.

  • Bispo auxiliar de Curitiba visita a Rua da Cidadania do Cajuru

    Registro de arquivo: publicado na edição impressa de julho de 2025. A visita ocorreu em 23 de junho de 2025.

    Solicitado a organizar a visita de Dom Adenis Roberto de Oliveira, um dos Bispos auxiliares da Arquidiocese de Curitiba, à Rua da Cidadania do Cajuru, neste dia vinte e três, o fiz de tal modo que minha presença seria desnecessária. Porém, me coloquei a disposição, caso ele e Padre Marcos de Oliveira, Pároco da Paróquia São José, que o acompanharia em sua visita pastoral, preferissem; e preferiram.

    Foi uma conversa acolhedora e proveitosa com o Administrador Regional, Agostinho Creplive, e o Coordenador de Assuntos Comunitários, Fernando José Rodrigues de Oliveira. As partes colocaram-se reciprocamente a disposição naquilo que lhes aproxima e faz convergir: servir a comunidade.


    Texto de José Carlos de Oliveira, editor do Info Plena
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — julho/2025, página 3.