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Autor: infoplena

  • De Armazéns da Família a hortas urbanas, Curitiba investe em segurança alimentar

    De Armazéns da Família a hortas urbanas, Curitiba investe em segurança alimentar

    Nesta sexta-feira (16/10), Curitiba celebra o Dia Mundial da Alimentação, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para conscientizar sobre a importância do acesso a alimentos seguros e nutritivos. Em 2026, a campanha mundial tem como tema “Inovar Hoje Para Nutrir o Amanhã”, que destaca o papel da inovação, dos conhecimentos tradicionais e da cooperação na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis e capazes de garantir alimentação adequada para todos.

    Em Curitiba, a Prefeitura desenvolve uma rede de políticas públicas coordenadas pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), que reúne programas de abastecimento, oferta de refeições, combate ao desperdício, Agricultura Urbana e educação alimentar.

    “Garantir segurança alimentar é muito mais do que colocar comida na mesa. É oferecer acesso a alimentos de qualidade, valorizar quem produz, reduzir o desperdício e criar oportunidades para que a população tenha uma alimentação saudável e digna. Curitiba tem uma rede de programas que atua em diferentes frentes, aproximando o alimento das pessoas e fortalecendo toda a cadeia de abastecimento”, afirma o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho.

    Alimentos mais baratos

    Com 33 unidades, os Armazéns da Família oferecem alimentos e produtos essenciais a preços reduzidos para famílias com renda de até cinco salários mínimos. O programa contribui para aliviar o orçamento doméstico e ampliar o acesso a itens básicos da alimentação.

    A rede é complementada pelos 12 Sacolões da Família, que comercializam frutas, verduras e legumes a preços acessíveis, incentivando o consumo de alimentos frescos e variados.

    Refeições acessíveis

    Os seis Restaurantes Populares de Curitiba servem, em média, 5.588 refeições por dia, de segunda a sexta-feira, com cardápios balanceados e preço acessível. O serviço é uma alternativa importante para quem precisa fazer suas refeições fora de casa sem comprometer o orçamento.

    A rede de proteção alimentar também conta com duas unidades do Mesa Solidária: Mesa Solidária/Escola de Segurança Alimentar e Nutricional Patrícia Casillo, no Jardim Botânico; e o Base — Bem-estar, Apoio, Solidariedade e Emprego, no Centro. Desde a inauguração, o Base já serviu 92.115 refeições, reforçando o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

    Banco de Alimentos

    O Banco de Alimentos de Curitiba conecta o excedente de alimentos próprios para consumo à rede de entidades sociais que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. Desde 2021, o programa já arrecadou e doou 2.093.871,50 quilos de alimentos, contribuindo para reduzir o desperdício e ampliar a oferta de comida a quem precisa.

    Sustentabilidade com hortas e fazendas urbanas

    Curitiba conta com 234 hortas urbanas, que aproximam a população do cultivo de alimentos e incentivam práticas sustentáveis, o aproveitamento de espaços e a participação comunitária.

    As três Fazendas Urbanas municipais (Cajuru, CIC e Tatuquara) complementam esse trabalho com atividades de educação alimentar e ambiental, Agricultura Urbana e capacitação. Os espaços difundem conhecimentos sobre cultivo, compostagem e aproveitamento de alimentos, contribuindo para hábitos mais saudáveis e para uma relação consciente com a produção e o consumo.


    Fonte: Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — outubro/2026, páginas 4 e 7.

  • Viaduto Curitiba-Pinhais tem tabuleiro concluído e obra entra em nova fase

    Viaduto Curitiba-Pinhais tem tabuleiro concluído e obra entra em nova fase

    Mais uma etapa da obra do novo viaduto Curitiba-Pinhais foi concluída. No fim da tarde da quarta-feira (23/9), a Prefeitura de Curitiba finalizou a concretagem das lajes que darão sustentação à futura pista (tabuleiro) do viaduto, que fará a ligação da Avenida Victor Ferreira do Amaral com a Rodovia João Leopoldo Jacomel, no limite entre os dois municípios.

    Para formar a base da nova pista, nos cinco vãos do viaduto, foram utilizados 850 metros cúbicos de concreto, volume equivalente a cerca de 120 caminhões-betoneira completamente carregados. O material foi aplicado sobre a estrutura metálica previamente montada, formando uma espécie de “colchão de concreto armado”, que conectou as vigas e deu forma ao tabuleiro.

    De acordo com Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, a conclusão da concretagem do tabuleiro representa mais um avanço na execução da estrutura, que agora segue para as próximas etapas de preparação do pavimento.

    “Finalizamos a concretagem das lajes do tabuleiro do novo viaduto, uma das etapas desafiadoras da obra, que exigiu a execução em três etapas rigorosamente planejadas. Após o tempo necessário para a cura do concreto e o avanço dos serviços de terra armada, que estão em andamento, será iniciada a execução das camadas do pavimento em asfalto no viaduto”, explica Manuela.

    Paralelamente, seguem os serviços de execução das barreiras de segurança em concreto, conhecidas como barreiras New Jersey, e do aterro de cabeceira em terra armada. O procedimento inclui a instalação de centenas de placas de concreto nas duas laterais do ponto de ligação entre a pista e o viaduto, além do aterramento e da compactação do solo.

    Novo Inter 2

    A concretagem da base da pista do viaduto dá sequência à implantação da obra de arte, como são tecnicamente chamados os viadutos, que integra o Lote 4, pacotes 3 e 4, do Novo Inter 2. Depois de unir e consolidar as vigas, os trabalhos vão ter sequência com a execução das camadas que vão formar o pavimento do viaduto.

    Além do novo viaduto que terá 155 metros de comprimento e 25,03 metros de largura, com três faixas de rolamento em cada sentido e barreiras de proteção, a obra contempla a construção de duas pontes sobre o Rio Atuba nas vias marginais, em fase final, uma nova rotatória e melhorias no sistema viário da divisa entre Curitiba e Pinhais.

    O projeto prevê ainda a requalificação de vias, implantação de novos pavimentos e calçadas, modernização da iluminação pública e melhorias no sistema de drenagem ao longo do trajeto da linha Inter 2 e em seu entorno.

    “A expectativa é proporcionar mais eficiência ao transporte coletivo, maior conforto aos passageiros e melhores condições de circulação para motoristas, ciclistas e pedestres que utilizam diariamente o corredor viário”, explica o secretário municipal de Obras Públicas, Luiz Fernando Jamur.

    PRO Curitiba

    A intervenção faz parte do PRO Curitiba, programa que reúne R$ 6 bilhões em investimentos em obras estruturantes e sustentáveis para modernizar e preparar a cidade para o futuro. O programa é o maior da história da cidade e engloba mais R$ 6 bilhões em investimentos da gestão Eduardo Pimentel entre 2025 e 2028.


    Fonte: Secretaria Municipal de Obras Públicas / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — setembro/2026, página 4.

  • Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    Viu equipes refazendo obras do BRT Leste/Oeste no Cajuru? Entenda o motivo

    A Prefeitura de Curitiba está fazendo correções nas obras das ruas Engenheiro Costa Barros e Filipinas, no Cajuru, em trechos que já haviam passado por requalificação para a expansão do BRT Leste/Oeste (Lotes 4.1 e 4.2). A movimentação pode chamar a atenção de quem circula pela região: mesmo após a conclusão aparente dos serviços, equipes retornaram aos locais para correções determinadas por equipes de fiscalização de obras, para garantir que tudo seja entregue definitivamente à cidade dentro do padrão de qualidade exigido pela Prefeitura.

    São correções de problemas identificados, muitas vezes, após a conclusão do escopo da obra e que são realizados sem custo ao município. Alguns estão relacionados a deformidades que surgiram na própria infraestrutura – as chamadas de patologias da obra -, como trincas e fissuras nas placas de concreto usadas na pavimentação. Outros foram provocados por vandalismo, uso inadequado ou imprudência de alguns cidadãos antes de tudo ficar pronto.

    No caso das ruas do Cajuru, apesar da fiscalização constante da Setran, um dos problemas é o uso das novas calçadas, que são largas, planas e acessíveis, como estacionamento de veículos, em desacordo com a legislação de trânsito. O peso e as manobras dos carros danificaram a calçada, exigindo a reconstrução de trechos que haviam acabado de ser executados. Pegadas, marcas de pneus e até assinaturas são encontradas no concreto.

    Condicionante da obra

    O engenheiro e fiscal da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Alexandre Beê Amaral, explica que mesmo após a realização da obra, a empresa executora precisa concluir todas as correções que são apontadas antes do recebimento definitivo, que é uma condicionante.

    “Quando esse serviço não está de acordo com os padrões técnicos exigidos em projeto, a empresa contratada é notificada pela fiscalização e obrigada a corrigir essas falhas sem nenhum custo adicional para o município. É uma condicionante para a entrega definitiva do objeto do contrato”, diz Beê.

    Trechos concluídos dos lotes 4.1 e 4.2 foram entregues em março pelo prefeito Eduardo Pimentel e os trabalhos tiveram continuidade em outras frentes do projeto. Desde então, equipes atuam na correção de situações identificadas durante o acompanhamento técnico das obras que tiveram sequência mesmo após as ruas serem liberadas para o uso da população.

    Para a população usufruir com qualidade

    As grandes obras de mobilidade urbana em andamento na cidade, como as do BRT Leste/Oeste e Novo Inter 2, são executadas por lotes que reúnem um conjunto de intervenções. A estratégia permite que trechos concluídos sejam liberados gradualmente, ao mesmo tempo em que as demais frentes avançam.

    “Quando trechos são concluídos, vão sendo entregues para que a população já possa usufruir com segurança e qualidade e os ajustes pontuais vão acontecendo pelas semanas subsequentes, e dentro dos prazos previstos nos contratos”, explica Manuela Marqueño, diretora do Departamento de Pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas, que coordena as obras.

    Sem custo para a Prefeitura

    O acompanhamento técnico é parte fundamental do processo de execução e entrega das obras. Fiscais da Smop e das supervisões, que permanecem constantemente nos locais das obras, fazem um “pente fino” em todas as etapas de execução.

    “Muita gente vê a equipe refazendo o trecho de obra e acaba pensando que foi um erro de execução, mas em muitos casos acontece porque o serviço foi danificado antes de a gente entregar a obra, o que vai exigir a correção”, diz Wesley Ponte Maciel, engenheiro da Supervisão dos Lotes 4.1 e 4.2.

    Wesley aponta como uma das principais causas de manutenção o uso inadequado das calçadas que são um elemento importante dentro do projeto de mobilidade urbana, planejadas para estimular os deslocamentos a pé. O desrespeito de motoristas que usam a calçadas como estacionamento, embarque e desembarque tem provocado afundamentos e quebras das placas de concreto e das rampas e pisos táteis.

    “A calçada é projetada para o trânsito de pedestres, não para suportar um peso de veículo. Isso acaba ocasionando trincas e afundamento da calçada e é necessário refazer todo aquele trecho, o que acaba em transtorno para os pedestres”, diz Maciel.

    Além de comprometer a infraestrutura, o uso das calçadas como estacionamento compromete a acessibilidade e coloca em risco pedestres, especialmente pessoas com mobilidade reduzida, para quem o espaço é destinado.

    De acordo com Manuela Marqueño, assim como o pavimento das pistas, as calçadas são dimensionadas na etapa de elaboração do projeto. Nesse dimensionamento é considerado um reforço adicional nos acessos de veículos, mas o restante da calçada, onde há somente circulação de pedestres, não é projetado para carros e caminhões.

    Outra situação constantemente observada é a retirada da sinalização usada para isolar áreas em obra, especialmente em situações onde o concreto usado, tanto na calçada quanto na rua, estão aguardando o tempo de cura do material, para que atinja a resistência necessária. Com isso, pessoas avançam em áreas onde o concreto ainda está molhando, deixando marcas que causam problema futuros.

    “Acontece bastante de as pessoas retiraram a fita de isolamento do local da obra e passarem por cima do concreto antes da cura. O concreto precisa de um tempo para ganhar resistência e quando alguém pisa antes desse período, além de estragar todo o acabamento, pode comprometer a qualidade da calçada. Sempre que isso acontece a equipe precisa refazer tudo”, destaca Maciel.

    Atitudes simples e boa infraestrutura

    A colaboração da população, respeitando a sinalização e os materiais usados para a proteção das obras, além de não subirem nas calçadas com veículos, são fundamentais para garantir uma boa infraestrutura para todos na cidade. “São atitudes simples e que fazem total diferença, permite que a obra seja entregue e concluída mais rápido e com a qualidade que todo mundo espera”, finaliza Maciel.

    O que dizem moradores e comerciantes

    As mudanças a partir da requalificação das ruas do bairro são percebidas por quem vive e trabalha no Cajuru. Moradores e comerciantes destacam a melhoria da infraestrutura, da acessibilidade e da circulação de pedestres, mas reconhecem que a nova configuração das ruas exige adaptação de motoristas e pedestres.

    Moradora e comerciante da região há quase duas décadas, Cintia Nara de Souza, tem uma ótica na região e acredita que as novas calçadas, mais largas e acessíveis, e as faixas elevadas nos cruzamentos tornaram o espaço mais agradável para quem circula a pé e também valorizaram o comércio.

    “Trouxe uma revitalização. Antes era barro, era cadeirante passando entre ônibus, carro, moto, bicicleta. Agora está bem específico. Tem o ônibus de um lado e os carros do outro e áreas para os pedestres”, diz a comerciante.

    Cintia também considera que o período atual é de adaptação à nova configuração viária. Para ela, a população precisa se acostumar a deixar o carro de lado e entender que as calçadas devem ser preservadas para os pedestres e que a reorganização das vagas de estacionamento na rua precisa ser entendida dentro da proposta de mobilidade da região.

    “A Rua XV não tem lugar para estacionar, no shopping não tem lugar para estacionar na frente da loja, tem que caminhar. Por que aqui no bairro Cajuru tem que ter lugar para a pessoa parar na frente da loja? A gente não vende para carro, a gente vende para pessoas”, diz a comerciante.

    Segundo ela, a nova configuração das ruas pode estimular uma mudança de hábito entre moradores e clientes. “A pessoa tem que aprender que tem deixar o carro em casa, se movimentar e caminhar. Estamos passando por um tempo de adequação, aprendendo como estacionar e que a calçada é do pedestre. Tem que reeducar o povo, assim como foi reeducado para a separação do lixo. Agora, vão reeducar com o trânsito”, completou Cintia.

    Mudanças positivas

    A comerciante Lilian Grasiele Teixeira, proprietária de uma papelaria e loja de artigos para presentes, também percebeu mudanças positivas. Ela destaca principalmente a nova iluminação, a acessibilidade e a melhoria das condições para os pedestres.

    “Melhorou muito, principalmente à noite. Para nós é muito bom, porque era muito escuro. A guia alta para o pedestre e para o cadeirante ficou muito boa, ficou muito mais fácil”, conta Lilian.

    Segundo Lilian, a reestruturação das vagas de estacionamento também acabou estimulando parte dos clientes a fazer o percurso a pé, o que considera positivo para o comércio. “Quanto mais pedestre circulando melhor para as lojas”, afirma.

    Para as comerciantes, as mudanças a partir das obras contribuiu para valorizar o Cajuru e melhorar a relação das pessoas com o espaço público. “Essa obra deixou o bairro mais bonito, mais valorizado, mostrando que nós temos valor. Hoje o Cajuru é um bairro que tem respeito, que tem que ter dignidade. Então a obra ajudou bastante”, completa Cintia.

    O que foi feito no Cajuru

    Uma das principais intervenções dos lotes 4.1 e 4.2 foi a implantação de nova pavimentação de concreto na canaleta exclusiva dos ônibus em trechos das ruas Desembargador Mercer Junior, Engenheiro Costa Barros, Filipinas e Ceilão. A solução integra a estratégia de modernização da infraestrutura do transporte coletivo de Curitiba e a requalificação do espaço urbano.

    Ao longo de 5,4 quilômetros, as obras requalificaram dez ruas do Cajuru com melhorias na pavimentação, drenagem, sinalização e iluminação pública, além da implantação de calçadas acessíveis, reforma e ampliação de estações-tubo e instalação de mobiliário urbano. As intervenções também incluíram a criação de um novo calçadão na Rua Nagib da Silva e a pavimentação dos acessos ao Terminal Vila Oficinas, ampliando a qualidade, a segurança e a acessibilidade da infraestrutura urbana e do transporte coletivo na região.

    PRO Curitiba

    O trabalho foi coordenado e fiscalizado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop), com acompanhamento técnico da Unidade Técnico-Administrativa de Gerenciamento (Utag), a partir de projeto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).

    As obras fazem parte do Programa de Requalificação e Obras de Curitiba (PRO Curitiba) com financiamento internacional do New Development Bank (NDB), o banco dos Brics, e contrapartida do município.


    Texto: Cris Guancino — Secretaria Municipal de Obras Públicas / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — agosto/2026, páginas 4 e 5.

  • Pais devem cadastrar CPF dos filhos para garantir acesso à teleconsulta infantil

    Cenário comum nos dias de frio: a criança está na escola e apresenta febre baixa e garganta irritada. A mãe é chamada e precisa de atendimento para o quadro respiratório do filho de 6 anos. Apesar de um quadro leve, é necessário orientação profissional. Sem sair de casa, com o filho ao lado, a mãe liga para a Central Saúde Já 3350-9000. Depois de passar por triagem de classificação de risco, é encaminhada para uma teleconsulta com médico da Secretaria Municipal da Saúde, recebe a receita médica pelo aplicativo Saúde Já e retira a medicação na unidade de saúde perto de casa.

    A solução adotada evita que mãe e filho se desloquem para um atendimento presencial em uma unidade de saúde ou UPA e viabiliza rapidamente o tratamento necessário para estabilizar o quadro de saúde da criança.

    A Central Saúde Já funciona todos os dias. De segunda à sexta das 7h às 22h, inclusive em feriados, e nos finais de semana das 8h às 20h.

    Como acessar

    No caso de crianças, o atendimento está disponível para aquelas com 5 anos ou mais, residentes e cadastrados no SUS Curitiba, desde que os pais tenham cadastrado o CPF do filho no e-Cidadão, da Prefeitura de Curitiba, e a criança esteja acompanhada por um responsável legal.

    “Nosso sistema está interligado ao e-Cidadão e, por questões de segurança, para ser atendida por videoconsulta, toda pessoa precisa ter login e senha cadastrado, mesmo sendo menor de idade”, explica a coordenadora da Central Saúde Já, Carolina Puzippe.

    Mesmo que os pais tenham inserido os filhos como dependentes no aplicativo Saúde Já, o acesso à videoconsulta só será possível se o menor de idade tiver sido cadastrado com seu CPF no e-Cidadão. Para realizar o atendimento online, o aplicativo precisa ser acessado com os dados da criança e a consulta é conduzida pelos pais na presença do filho, pois será necessário que o médico veja a situação da garganta, por exemplo, por vídeo.

    e-Cidadão

    Para o cadastro na plataforma e-Cidadão, os interessados precisam apenas fornecer informações pessoais e criar o login individual. É preciso fornecer um endereço de e-mail válido para finalizar o processo de cadastro. No caso das crianças que ainda não possuem e-mail pessoal, o adulto responsável pode fornecer seu endereço de e-mail para cadastrar.

    O e-Cidadão funciona como uma credencial, facilitando a identificação do usuário, de forma segura. A base de dados é uma plataforma digital de serviços que permite a incorporação entre diferentes serviços municipais.

    A criação de bases de dados únicas como a do e-Cidadão em Curitiba é uma tendência para aumentar a eficiência pública e uma exigência da Lei do Governo Digital (Lei 14.129/2021).

    Acessar o site ou aplicativo do Saúde Já pelo Google Play ou App store.

    Se houver dúvidas ou dificuldades no processo, entrar em contato pela Central 156 da Prefeitura de Curitiba.


    Fonte: Secretaria Municipal da Saúde / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — junho/2026, página 5.

  • Fala Curitiba 2026: reunião final de votação da Regional Cajuru é dia 7 de agosto

    Nota do Info Plena: agenda publicada na edição impressa de julho de 2026. Confira eventuais alterações em fala.curitiba.pr.gov.br.

    Reunião final de votação do Fala Curitiba 2026

    LOA 2027 – Regional Cajuru

    • 07/ago – sexta-feira 19h – Rua da Cidadania do Cajuru: Avenida Prefeito Mauricio Fruet, 2150 – Cajuru.

    Antes, Fala Curitiba Móvel:

    • 21/jul – manhã – U.S. Trindade II – Rua Sebastião Marcos Luiz, 1197, Cajuru.
    • 21/jul – tarde – Supermercado Ouro Branco – Rua Clávio Molinari, 1183, Capão da Imbuia.
    • 23/jul – manhã – Supermercado Piraquara – Avenida Florianópolis, 1814, Cajuru.
    • 23/jul – tarde – Açougue Corte Nobre – Rua Ten. Cel. Benjamin Lage, 388, Uberaba.
    • 27/jul – manhã – Mercado Lumi – Rua Waldemar Pereira da Silva, 530, Uberaba.
    • 27/jul – tarde – Ass. Moradores V. Autódromo – Rua Prof. Teresinha de Jesus Voigt, 85.
    • 29/jul – manhã – Escola Municipal Coronel Durival Britto e Silva – Rua Emilio Bertolini, 44, Cajuru.
    • 29/jul – tarde – Escola Mun. Rachel Mader Gonçalves – Rua Gustavo B. Gonçalves, 26. Uberaba.

    Conheça e participe online – fala.curitiba.pr.gov.br de 20 de julho a 2 de agosto de 2026.


    Fontes: Prefeitura de Curitiba (fala.curitiba.pr.gov.br) e apuração do Info Plena
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — julho/2026, página 4.

  • Harmônicas no Cajuru realiza apresentações gratuitas em colégios estaduais

    O Projeto Cultural Harmônicas no Cajuru, aprovado no edital nº 018/2025 da Fundação Cultural de Curitiba – Fundo Municipal de Incentivo à Cultura, realizou no dia 08 de julho de 2026 duas apresentações didáticas e gratuitas para estudantes da rede pública estadual de ensino. A ação integra as atividades de formação de público e educação musical desenvolvidas pela orquestra, levando cultura, história e música instrumental a jovens estudantes curitibanos.

    Com mais de 45 anos de trajetória, a Orquestra Harmônicas de Curitiba apresenta um repertório diversificado que reúne clássicos da Música Popular Brasileira, temas de filmes, jazz e composições autorais, proporcionando ao público uma experiência artística e educativa única. Durante os encontros, os alunos terão a oportunidade de conhecer a história da harmônica, sua importância na música brasileira e acompanhar apresentações ao vivo dos músicos da orquestra.

    As apresentações ocorreram nos seguintes locais:

    Colégio Estadual Pio Lanteri, 10h30, Rua Dr. Eusébio de Oliveira, 71 – Uberaba – Curitiba/PR.

    Colégio Estadual Paulo Leminski, 14h, Av. Cel. Augusto A. Garret, 135 – Tarumã – Curitiba/PR.

    Além da apresentação musical, a atividade busca estimular o interesse dos estudantes pela música instrumental, valorizar o patrimônio cultural brasileiro e ampliar o acesso à cultura por meio de ações educativas e inclusivas.

    Realização: Fátima Esper

    Produção: Angela Meschino

    Regional do Cajuru

    Informações ( 47) 99604-6026 – Fátima Esper


    Fonte: Projeto Cultural Harmônicas no Cajuru — realização Fátima Esper, produção Angela Meschino. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba / Fundo Municipal de Incentivo à Cultura
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — julho/2026, página 4.

  • Casa da Leitura Hilda Hilst, na Rua da Cidadania do Cajuru

    Espaço de leitura que disponibiliza diversos serviços culturais e literários, como empréstimos de livros, rodas de leitura, oficinas de criação literária, oficinas de contação de histórias, laboratório de leitura e contação de histórias.

    O cadastro para empréstimo de livros é realizado mediante apresentação de: comprovante de endereço atualizado (últimos três meses)

    documento com foto.

    número de CPF autorização dos pais, quando menor de 16 (dezesseis) anos.

    Endereço:

    Rua da Cidadania do Cajuru – Av. Prefeito Maurício Fruet, 2150

    Contato:

    (41) 3221-2439 – 3221-2440

    E-mail:

    clhildahilst@curitiba.pr.gov.br

    Horário de funcionamento:

    8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30 (2ª a 6ª feira) e das 8h30 às 17h30 (sábado) – quando possível, confirme antes, por ocasião de feriados.


    Fonte: Fundação Cultural de Curitiba — fundacaoculturaldecuritiba.com.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — fevereiro/2026, página 5.

  • Prefeitura autoriza o início das obras do novo Terminal Capão da Imbuia

    Prefeitura autoriza o início das obras do novo Terminal Capão da Imbuia

    Este dia 28/1, 10 h, na praça em frente à Rua da Cidadania do Cajuru, é histórico: assinatura do prefeito Eduardo Pimentel na ordem de serviço para início das obras do novo terminal Capão da Imbuia.

    O novo Terminal Capão da Imbuia vai ampliar a oferta de linhas de ônibus, aumentar a capacidade de atendimento e proporcionar mais conforto aos passageiros, além de promover a requalificação da infraestrutura urbana do entorno.


    Fonte: Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — janeiro/2026, página 1.

  • Pessoas a partir de 60 anos passam a comprar nos Armazéns da Família sem cadastro

    Pessoas a partir de 60 anos passam a comprar nos Armazéns da Família sem cadastro

    Os Armazéns da Família, referência nacional em segurança alimentar e no acesso a alimentos de qualidade a preços mais baixos, passam a ter alcance ampliado e novos públicos atendidos. A partir de agora, idosos a partir de 60 anos podem realizar suas compras diretamente nas unidades, sem necessidade de cadastro prévio ou comprovação de renda, bastando apresentar um documento oficial com foto. A mudança está em conformidade com o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei Federal nº 10.741/2003) e reforça o caráter social e inclusivo do programa.

    A mudança está prevista na modernização da lei do Fundo de Abastecimento Alimentar de Curitiba (FAAC), aprovada em definitivo pela Câmara Municipal no dia 5 de novembro e sancionada pelo prefeito Eduardo Pimentel.

    Outra mudança com a atualização da lei é que a partir de agora o programa Armazém da Família poderá ser estendido a cidades do litoral paranaense e localidades num raio de até 200 quilômetros da capital. Antes, o alcance estava restrito a municípios da Região Metropolitana. Essa ampliação fortalece a integração regional das políticas de segurança alimentar, especialmente em situações de vulnerabilidade social e emergências.

    A nova legislação também autoriza convênios com organizações da sociedade civil (OSCs), creches conveniadas e empreendimentos de economia solidária, fortalecendo redes locais de produção e abastecimento. Além disso, o texto amplia as possibilidades de parceria com entidades da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e comunidades terapêuticas, que poderão fornecer alimentos e produtos diretamente ao programa.

    Para o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Leverci Silveira Filho, as mudanças consolidam Curitiba como referência em políticas públicas voltadas à segurança alimentar e inclusão social.

    “A ampliação dos Armazéns da Família é um passo importante na construção de uma cidade mais justa e solidária. Ao incluir os idosos e fortalecer parcerias com entidades e produtores locais, garantimos que mais pessoas tenham acesso a alimentos saudáveis e a preços justos, promovendo bem-estar e integração regional”, destacou o secretário.

    A revisão da lei também reconhece o interesse público e estratégico do FAAC, permitindo o desenvolvimento de mecanismos de incentivo e reconhecimento de boas práticas no setor. Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), a ampliação reforça o compromisso de Curitiba com o combate à fome, o apoio à economia solidária e a sustentabilidade regional.


    Fonte: Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — novembro/2025, página 7.

  • MEI: atendimento no Espaço Empreendedor do Cajuru

    O que é?

    Quem quer se tornar um Microempreendedor Individual – MEI em Curitiba pode procurar o Espaço Empreendedor para formalizar seu negócio. São 10 endereços pela cidade, localizados nas Ruas da Cidadania.

    O atendimento presencial é feito com dia e hora marcados pela Agenda Online ou via aplicativo Curitiba APP, nas versões Android (Google Play) ou (App Store).

    Horário: de segunda à sexta-feira, da 8h às 12h e das 13h às 17h.

    Os Espaços Empreendedor fazem parte do Programa Curitiba Empreendedora da Prefeitura e são gerenciados pela Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação em parceria com o Sebrae/PR.

    Quais os serviços prestados?

    Nos espaços, além da abertura como MEI, o microempreendedor também pode solicitar diversos serviços para a gestão de seu negócio, como:

    Formalização do MEI;

    Atualização de dados;

    Consulta Prévia de Viabilidade – CPV;

    Emissão de notas fiscais;

    Oferta de consultoria qualificada em áreas como marketing, finanças, planejamento, gestão e controle financeiro do negócio, em parceria com o Sebrae-PR;

    Inclusão no Cadastros de Fornecedores da Prefeitura, em que o MEI pode se tornar prestador de serviços e produtos à Prefeitura de Curitiba;

    Auxílio na emissão de Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN);

    Auxílio na emissão de certidões negativas (municipal, estadual, federal, FGTS e trabalhista);

    Análise de crédito com apoio do Fundo de Aval Garantidor, da Prefeitura;

    Parcelamento de débitos.

    Quais os prazos para atendimento?

    Não se aplica.

    São cobradas taxas por essa consulta?

    Não há cobrança de qualquer valor pelos serviços prestados.

    Como consultar o andamento do serviço solicitado?

    Não se aplica.

    Além do atendimento presencial, o microempreendedor pode tratar de assuntos do seu interesse pelo e-mail do Espaço Empreendedor Cajuru – eecajuru@curitiba.pr.gov.br.

    Orientações sobre este assunto são fornecidas pela Central de Atendimento 156 (via chat online) ou pelo telefone 156.

    Para demais localidades e Região Metropolitana, ligue (41) 3074-6456.

    Espaço Empreendedor Cajuru

    Endereço: Av. Pref. Maurício Fruet, 2150

    Telefone: (41) 3221-2471 / 99562-1063


    Fonte: Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação / Prefeitura de Curitiba — curitiba.pr.gov.br
    Publicado originalmente no Informativo PLENA — setembro/2025, página 8.